existe sempre alguém ...passo e fico como o universo...
25
Dez 11
Por alemvirtual, às 23:31 | comentar | ver comentários (2)

Inscrição feita! Agora é treinar :-)

 

 

1 de Abril de 2012


18
Dez 11
Por alemvirtual, às 20:30 | comentar | ver comentários (3)

A importância das coisas é sempre relativa. A interpretação de palavras, gestos ou ações dependem, em muito, do contexto e da carga afetiva e emocional com que se percecionam e se lhes atribui.

Há meses que não escrevo nada nos blogs. No entanto, verifiquei que, intencionalmente, ou não, muitas pessoas continuam a "visitar" este espaço.

A todos os que de alguma forma interagem comigo quero expressar votos de Boas Festas. Que esta quadra natalícia (independentemente do seu significado religioso, que será o que cada um quiser que seja) marque positivamente a todos. Seja oportunidade de reflexão, de renovação e construção de novos caminhos e novos rumos, pessoal, familiar e socialmente; que as vivências menos boas, constituam oportunidades de melhoria e delas saibamos retirar o que de bom possam ter significado; que, cada um de nós, encontre a motivação no seu íntimo e no seio do seu núcleo para seguir novos ou antigos projetos.

 

Por mim, agradeço o apoio dos amigos mais, ou menos chegados do "mundo da corrida" que, ainda que dele me tenha afastado, não se afastaram de mim. Não faço promessas vãs de regresso aos treinos e às corridas, mas fica a intenção de encerrar um ano "velho", começando novos projetos. Termina 2011 com poucas participações em provas, mas começará 2012 com um outro significado e, quem sabe, mais um recomeço. Insistir, persistir e não desistir, um lema para tudo na nossa vida. 

 

Boas corridas.

 

Festas Felizes.


27
Out 11
Por alemvirtual, às 00:16 | comentar | ver comentários (4)

Andre Rieu - Amigos para siempre 2008

(Friends for life, composed by Andrew Lloyd Webber 1992)

I don't have to say
A word to you
You seem to know
Whatever mood
I'm going through
Feels as though
I've known you forever

You can look into my eyes and see
The way I feel and how
The world is treating me
Maybe I have known you forever

Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amigos para siempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

We share memories
I won't forget
And we'll share more,
My friend,
We haven't started yet
Something happens
When we're together

When I look at you
I wonder why
There has to come
A time when we must say goodbye
I'm alive when we are together

Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amigos para siempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

I don't have to say
A word to you
You seem to know
Whatever mood
I'm going through
Feels as though
I've known you forever

You can look into my eyes and see
The way I feel and how
The world is treating me
Maybe I have known you forever

Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amigos para siempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

(Instrumental)

When I look at you
I wonder why
There has to come
A time when we must say goodbye
I'm alive when we are together

Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amigos para siempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre
Amigos para siempre


05
Out 11
Por alemvirtual, às 20:07 | comentar | ver comentários (3)

 

Este foi o meu dorsal. Uma recordação a arquivar no álbum de memórias.

 

 

Organizado pelo CADE (Clube Amador de Desportos do Entroncamento, Secção de BTT), teve lugar o 1º Passeio BTT.

À organização, desde já, sinceros parabéns. O percurso estava bem marcado. O apoio foi excepcional. A segurança, uma prioridade. Os abastecimentos bem colocados e bem "guarnecidos", facto que é ainda mais digno de registo se atendermos a que as inscrições para as provas foram totalmente gratuitas.

Pela manhã magnífica que proporcionaram a todos os participantes (atletas, famílias, crianças e jovens e a estreantes como eu), bem hajam. Sem dúvida que o Clube, através da promoção do BTT e, de uma maneira geral, da promoção de hábitos de vida saudável, motivando para esta prática desportiva alcançou plenamente os seus objectivos.

Esta é uma zona bonita, com uma mancha florestal que vai resistindo ao flagelo dos incêndios. Possui trilhos diferentes e variados no seu grau de dificuldade técnica. Aconselha-se a sua descoberta...

Lamento não referir o nome dos atletas classificados nos primeiros lugares das diferentes provas,  mas os resultados, certamente poderão ser consultados no site do CADE (http://www.cade.pt/) ou em http://bttcadeentroncamento.blogspot.com/ 

 

Vivi uma experiência fantástica! Fabulosa! Não imaginava que, além da corrida, outra modalidade desportiva me proporcionasse esta sensação tão intensa de prazer. O contacto com a Natureza é profundamente revigorante...

 

Recordo-me de, certa vez, teria eu cerca de 16 ou 17 anos, descia velozmente na minha Sirla lilás uma estrada de terra, num lugar chamado Vale de Poços, quando, não atenta a um cruzamento, esbarrei contra uma motorizada que subia, oculta pela curva que existe naquele lugar. O senhor ficou cheio de escoriações e eu, com tamanha vergonha, que nunca mais repeti uma experiência de duas rodas. Aquele arrojo a pedalar perdeu-se no tempo...

Voltando ao presente... Um desafio é sempre uma tentação. Neste caso, a tentação era pedalar 25 Km e o desafio colocado a mim mesma. de mim para mim. Parecia fácil...teria alguns dias (julgava eu) para treinar...Nada como experimentar...

Assim foi, ou quase... e treinos, zero! Bicicleta emprestada na véspera por um...calções e outros apetrechos por outro...capacete por um outro...enfim, tudo emprestado. De minha propriedade só a loucura (diria alguém) de me meter nestas andanças...melhor dizendo, pedaladas!

Contando o percurso da prova (25 Km) e a distância de ida e volta de minha casa ao local de partida/chegada, fiz um total de 32Km, 690m. Pedalei algumas vezes e passeei os 18 quilos da bicicleta outras tantas. Tecnicamente não caí, mas nem por isso deixei de "sentir o contacto" com as silvas e os seixos dos trilhos. Orientei mal a bicicleta, escolhendo os piores locais para passar; as mudanças foram uma "carga de trabalhos"; os medronhos uma tentação para comer, mas em contrapartida, o grupo que me acompanhou nunca deixou de incentivar e dizer que estava no "bom caminho". A companhia do Rafael, do filho Ricardo e dos dois elementos da organização que fechavam esta prova foram determinantes para que chegasse ao fim, feliz, inteira e com vontade de repetir. Assim, haja bicicleta e vontade de esmurrar o nariz...

 

 

 

 

 

 

 


06
Set 11
Por alemvirtual, às 22:56 | comentar | ver comentários (2)

NO AQUECIMENTO

PARTIDADA PROVA

Numa subida

Quase na Meta

 

15 km, lindos, lindos...numa rota de História, Lendas e Mistérios...

 

Deu-me quase tanto prazer escrever sobre isso, como correr nestes trilhos...o prazer da corrida permanece...as palavras apagaram-se:-)

 

1h 51 min 45 seg

 

http://trilhosdostemplarios.blogspot.com/

 

Parabéns a todos os participantes. Parabéns à organização. Posso repetir? :-)

 


31
Ago 11
Por alemvirtual, às 23:43 | comentar | ver comentários (2)

Os Templários têm inspirado muitas corridas...ao lendário tesouro... ao misticismo...ao esoterismo...à busca do Santo Graal...a ligações mais ou menos plausíveis, mais ou menos credíveis...

Certo, certo é que estamos na "Rota Templária"; e certo, certo é que se realizará, no próximo domingo uma corrida que promete ser um êxito: I Trilhos dos Templários.

Não sei se vou, mas inscrevi-me. E agrada-me ver o meu nome na lista...

(a T-shirt é um bom incentivo, não é?)


30
Ago 11
Por alemvirtual, às 14:56 | comentar | ver comentários (3)

Ana Margaret Pinto Cotovio Dias Martins (Margot), 30.08.83 a 31.08.07

 

Não morreste, apenas deixaste de ser vista. Vives para sempre no coração de quem te ama.

 

Agora, num lugar, que não sabemos onde fica, continuas a espalhar sorrisos e a velar por nós.

 

Em todos os momentos que recorremos à tua intercessão junto de Jesus, sentimos a ternura do teu amparo. Tornaste-te
uma “estrelinha” que brilha, iluminando o caminho dos que ainda percorrem estes trilhos.

 

Recordamos-te com saudade, mas sempre “com um sorriso no rosto” como dizias, tantas vezes e com a força que nos ensinaste a ter.

 

Não importa o tempo que passa. Nunca te esqueceremos. Em breve, voltaremos a abraçar-nos. Até lá, unimo-nos em oração, não por ti, que alcançaste a Luz Eterna, mas por nós que aguardamos, nas trevas da vida terrena. Na certeza da tua glória na Casa do Pai, dizemos apenas “até à vista”.

 

Parabéns, Filhota!


20
Ago 11
Por alemvirtual, às 23:11 | comentar | ver comentários (4)

 

Quase 4 anos...Quatro anos sobre o último teu aniversário de nascimento. Esse é que importa. Entre esse dia e o dia do teu falecimento decorreu a tua vida. Uma vida de 24 anos. Exigente, inconformada, lutadora. Aliaste a beleza à inteligência. A sensibilidade e a emoção, à razão. Foste Luz. Foste Paz. Foste Martírio. Foste Paixão. Poucos estiveram à tua altura. E foi assim, linda e meiga que partiste. Com um sorriso no rosto e a ternura no olhar. Repousas em tons de azul, porque tu foste (e és) uma Estrelinha Azul, que partiu cedo em busca do seu lugar no céu. Junto do Pai, tu brilhas e velas por todos nós.

 

Dia 31 de Agosto completam-se quatro anos sobre esse dia da partida. Deixaste muitas saudades em todos quantos te conheceram.

 

Dia 2 de setembro, pelas 19h 15 min, em Constância, na Igreja Matriz, será celebrada missa em tua memória. A todos os amigos que queiram e possam estar presentes, nós ficaremos gratos por, em conjunto, recordá-la e dizer alto o seu nome.

Menina-mulher, tanto nos ensinaste!

 

"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer"

 

Ninguém pode esquecer...

Amo-te, filha


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


17
Ago 11
Por alemvirtual, às 22:29 | comentar | ver comentários (1)

47 minutos!

Depois de quase quinze dias sem correr, o treino de hoje foi duro. É certo que, durante estes últimos dias, fiz algumas caminhadas. Subidas acentuadas, descidas abruptas, quilómetros sob um sol quente. Mas caminhar não é a mesma coisa, se bem que os músculos se tenham ressentido e acusado o esforço. O objectivo também não era treinar. Era apenas descobrir, desfrutar, viver intensamente a paisagem que se oferecia diante dos olhos. Senti-la. E sentia. Como a senti! Imensa. Deslumbrante. Contrastante. Ora verde e fresca. Ora seca e árida. Em comum, o azul do céu confundindo-se com o azul do mar.

Subi acima das nuvens. Vi-as surgir do nada. Subiam do mar. Ganhavam forma trepando a montanha. Envolviam-na e corriam na outra vertente, encosta abaixo. Engrossavam tornando a luz do dia difusa, como um banco de nevoeiro. Uns metros à frente, os raios de sol. Atrás, num cume próximo o calor constante, mas aqui, neste ponto rasgado do maciço, o ar arrefecia rapidamente; a vegetação brilhava em pérolas de água; e o vento irado levantava-se em rajadas, talvez em protesto contra os assaltantes que aqui se aventuravam.

 

Desci em direcção ao mar. Serpenteando as montanhas em voltas rápidas como abraços dados de fugida.

Voltei a subir. De repente, a paisagem muda. De verde luxuriante transforma-se em tons ocres, cinzas e negros. A rocha escarpada ostenta as diferentes camadas de rocha e sedimentos, ilustrando o seu processo de formação. A grandeza das escarpas acentua a pequenez e a fragilidade da pessoa. Imponentes erguem-se sobranceiras ao mar. Abismos profundos que estonteiam o olhar. E eu ali, olhando, absorvendo a limpidez do meio, a pureza do ar, o silêncio envolvente.

...

Caminhei...

 

Hoje corri. Amanhã voltarei (certamente) a correr. Trago em mim um pouco daquela magia. Momentos mágicos que se revivem correndo...


03
Ago 11
Por alemvirtual, às 21:13 | comentar | ver comentários (3)

Sente-se o hálito quente da Terra como se estivesse prestes a vomitar fogo. Aquele fogo que lhe arde nas entranhas.

No pico do Verão, os campos secos abrem-se gretados, o pó solta-se nos desenhos caprichosos que as últimas chuvas desenharam. O pinhal liberta um cheiro intenso a seiva e a caruma. As urzes, despidas do roxo anterior, resistem à inclemência do sol de estio. Aqui e ali, ainda persistem pequenas ribeiras e essas são a nota fresca num mundo que parece abrasar. Adivinham-se pela linha verde de silvados e erva viçosa. Contrastam com a secura instalada ao redor.

 

Este tem sido um Verão ameno, ventoso, estranhamente "temperado" numa zona habitualmente quente e seca. Mas o Verão nem sempre veste a roupa de mendigo. Por vezes, nasce orgulhoso, soberbo e, de rompante, apresenta-se em dias tórridos que me recordam o tempo de infância.

Em gaiata, o sol começava tímido no mês de Maio fazendo os campos cobrirem-se de "azedas" e malmequeres e, pouco  pouco, intensificava-se até se tornar abrasador no mês de Agosto. Depois, em Setembro amenizava nas primeiras chuvas e em Outubro despedia-se em dias cinzentos. Nessa altura, regressava à escola e esperava o prenúncio do bom tempo e das brincadeiras ao ar livre, que associava ao mês de Maio. Se, por acaso, Maio vinha rabugento com relâmpagos e trovões, refugiava-me nos braços da minha mãe, ou da minha irmã mais velha. Apaziguada a fúria da trovoada, regressava à brincadeira com a Luzinha, a Lurdinhas, a Blita e a Leninha, já esquecida do tormento anterior.

Agora não é assim. Ou pelo menos acho que não é assim. As memórias, por vezes, turvam-se e esbatem-se. As recordações imprimem uma continuidade que nem sempre será fiel à realidade. Tendemos a generalizar o que foi apenas momentâneo. São momentos que marcaram, por isso se destacam de todos os outros. Gosto do mês de Maio. Nunca gostei do mês de Agosto.

 

Hoje foi um dia de Verão. Daquele Verão quente de outros tempos (começo a ficar saudosista, sentimento marcadamente próprio da meia idade, para não dizer da terceira idade, já que não gosto de "ordinarices" Primeiro, segundo, terceiro, só na Meta faz sentido e a mim basta-me lá chegar).

 

Corri. 1h 03 min. Ainda longe de treinos regulares, mas com alguma vontade de recomeçar. A estrada de asfalto acompanha-me quase todo o percurso, mas ao lado corre o pinhal comigo. De vez em quando, piso algum trilho mais aberto. Lanço mão de umas amoras pequenas e definhadas, mas sinto-me como se tivesse assaltado uma quinta. Traquina corro com um sorriso mais largo que os passos que consigo dar. Ainda assim,  penso estar no bom caminho. Rumo certo de quem quer correr com rumo...

 

 


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