existe sempre alguém ...passo e fico como o universo...
12
Jul 09
publicado por alemvirtual, às 21:15link do post

 41 min 14 seg - 7 Km de uma quase corrida

Eu e o calor mantemos uma relação algo conflituosa...

 

 

 As fotos são de António Melro Pereira (ao centro da foto; à sua direita António Pereira e Ana Pereira; à esquerda, Fernando Sousa e "euzinha", Ana Pinto)

mais fotos em www.ammamagazine.com

 

 

Domingo, 12 de Julho

Este foi um daqueles dias em que não sei dizer se gostei mais do "antes", do "durante" ou do "depois da prova". Se tudo isto se somasse, confirmaria de novo que "o todo é maior que a soma das partes".

 

É bom ver provas a "crescer". Sobretudo aquelas que, por este ou aquele motivo, mesmo irrisório, as sentimos, um pouco, como "nossas". Assim, esta é também um "pouco minha".

Relativamente ao ano passado, achei que foi mais participada, o percurso alterado integrando mais a cidade "velha" na corrida e atravessando mais vezes o rio que dá o nome à prova. A organização, voltou a primar pelo rigor na orientação do percurso e no corte das vias que pudessem interferir com os atletas. Abundaram agentes de autoridade, escuteiros e bombeiros. A quilometragem encontrava-se assinalada no pavimento. O ambiente envolvente era festivo, com música, enfeites e decoração nas ruas.

A capacidade organizativa fica mais à prova com situações imprevistas e, reparei com orgulho, na rapidez com que se resolveu a questão de faltar água à chegada. Uma situação que poderia ser desagradável porque a necessidade de água era muita. Mas não esperámos mais que um ou dois minutos. A água apareceu quase por magia.

A entrega de prémios foi eficiente e rápida. As classificações disponibilizadas passadas poucas horas no site do Clube da Zona Alta: www.zonaalta.net

 

O Jardim das Rosas e as margem do Almonda com os canteiros de flores, árvores frondosas, latadas e varandins são um verdadeiro hino à beleza paisagística, mostrando como uma cidade com alguns recursos naturais e uma página de história pode acompanhar a evolução, privilegiando a relação do homem com a natureza e preservando o seu património histórico. Em Torres Novas, não há ruas sem flores, espaços sem relva, estradas sem árvores. Há bancos onde me posso sentar. Há parques para brincar. Há um convite silencioso ao prolongamento da estadia e ao retorno...porque onde nos sentimos bem temos vontade de voltar...

 

O dia estava quente e a prova, apesar de curta, tornou-se difícil para mim. Três ou quatro subidas sob um sol impiedoso, fizeram com que me arrastasse lentamente. Género caracol em modo de velocidade lenta. Valeram-me as sombras junto ao rio e a paciência dos meus amigos e companheiros de Clube.

O relógio marcou um tempo miserável com quilómetros a seis minutos!! Porém, isso não me perturbou minimamente. O importante é mesmo participar e voltar ao mundo da corrida. Esta semana, tinha feito dois treinos: um na areia dourada da Costa de Caparica, outro na frescura verde do Parque do Bonito.

 

Entre nós, ficou o desejo de voltar para o próximo ano.

Espero que volte também. 

 

 

Três AP´s na prova.  

 


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