existe sempre alguém ...passo e fico como o universo...
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Set 10
publicado por alemvirtual, às 18:56link do post | comentar

 

Depois de uma ou duas horas de sono, nada como correr num dia bonito, entre amigos, para ficar sorridente.

 

Ao contrário da Ponte 25 de Abril, esta não "abana"! Tenho pavor de me sentir a "balouçar" sobre a água. Não sei explicar porquê. Corridas que envolvam pontes são, para mim, um  tormento. Tal como ficar presa num engarrafamento na "Ponte", ou num túnel. Quando circulava na 25 de Abril em "marcha lenta" ou era obrigada a parar, vivia momentos difíceis. Tentava não transmitir aos meus filhos, mas esse medo, como muitos outros, creio que não consegui disfarçar.

 

Com um ambiente festivo envolvente, uma excelente organização, um percurso lindíssimo e milhares de participantes, a 11ª Meia Maratona de Portugal (Centenário) merece todos os elogios possíveis.

 

Parti e cheguei bem. E bem decorreram os quilómetros entre o 6º e o 17º, altura em que o Carlos (Coelho) se sentiu "menos bem" e parámos para ficar com ele. Os três, ele, eu e o António, cruzámos a Meta de mãos dadas, com 2 horas e 10 minutos de corrida...

 

O que fica, entre a chegada ao Parque das Nações e o regresso a casa, são muitas horas de um sentimento parecido com felicidade.

É sempre assim quando corro.

 

Lugar 1957 entre 2392 da geral; tempo de retorno 1h 16min 64 seg.

lugar 131 no escalão

 

(Uma palavrita em jeito de despedida aos amigos que encontrei. A alguns, consegui fazê-lo pessoalmente, a outros não. Mário Lima, Vítor Veloso, António Almeida, Carlos Lopes, Luís e Susan Mota, um beijinho e até à próxima prova. Talvez, dia 3 no Alqueva)

 

Foto propriedade da AMMA (fotos em http://www.ammamagazine.com/)

 

 


Ana

Foi um prazer enorme ter conversado contigo, com o António, o Carlos e tantos outros amigos no tabuleiro da ponte.

Tenho muitos anos de net. Muitos blogues que não este sobre corridas, o que mais me custa é ver gente cobarde que escudando-se numa de incógnito tenta denegrir ou colocar suposições em pessoas através deste meio de comunicação.

Conheço-te há bem pouco tempo, desde as pontes em Coruche. A tua escrita é o teu sentimento. Os blogues servem também para escrever o que nos vai na alma.

Louvo-te o facto de teres colocado estes dois comentários que podias (se o quisesses) apagar, mas tiveste a coragem que faltou a quem os escreveu com base no anonimato.

Que a razão da tua força seja a força da tua razão.

Obrigado pelo incentivo no retorno, foi em triplicado (com o do António e do Carlos), fizeste uma belíssima prova e de companheirismo quando houve a quebra do Carlos.

Lá estaremos em Alqueva e serão 34 km que de certeza os irás vencer, como venceram aqueles que também tinham uma âncora para desbravar os mares.

Tudo de bom
mario lima a 28 de Setembro de 2010 às 18:37

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